Titia Hepsy

Titia se declara farta de, ou melhor, nem farta e nem se declara, porque não tem rugas ontológicas de reserva para tal – obviamente, desta forma, ela concederia demais…

Então, diríamos que Titia se declara “alguma coisa” – poupe o leitor, aqui, a Titia, colocando ele e de seu alvitre este “alguma coisa”… Assim, e com esforço indisfarçável, Titia prossegue o chiste encomendado pela Palavroando, e para tal se declara, como forma de aviso para certa Arte Sem Classe reinante, de pacová cheio de papinhos “mimimímicos”, sem um beijo alla francese muito líquido após, e também e, porém, farta da carne via net que, por excesso de KY gel nas pupilas, escorrega para além de sua fenda sináptica.

A Titia, já horrorizada in extremis, e trisneta temporã de Madame de Stäel, e que se ri junto de Tristan Tzara e Bogarth de uma oferta de picles adocicado da esfera mundial/MACdonalds – ah, aqui eu, Madeleine Hepsy, já à beira do surto! – et ridere… Sim, pois e assim, como um ECT/etc.:

O Rio de Janeiro continua vindo

São Paulo e seu celeiro continuam findos

O Rio de Janeiro fevereiro e Tasso – canta Titia, num rictus mortis, para o finlandês que acabou de ser assaltado na porta da “baladada” Casa de Samba, e busca atônito seu cartão Mastercard, que está boiando sem a tarjeta 3D na sarjeta da Lapa.